Conteúdo cristão na Internet

Que bom! Vejo que você quer ter conteúdo saudável na sua navegação! Convido você a digitar algo que venha a edificar as pessoas pela rede. Seja um e-mail, um post de blog, recados de uma rede social, as pessoas estão cansadas da mesmice. Querem novidade para suas vidas e palavras que tenham sentido, sobretudo que venham do coração de Deus.

Em primeiro lugar, tenha um relacionamento vivo com Jesus Cristo. Busque conversar com ele em oração e interceder pelas pessoas. Agradecer pelo que Ele tem feito em sua vida. Procure conhecer bem a vontade dele através da Escritura. Tenha comunhão com sua igreja local e tenha uma vontade real de estabelecer relacionamentos, criar pontes com as pessoas. Não se isole conversando somente com cristãos, busque uma aproximação compassiva e sincera com os que não tem a fé.

Evite criticar, denunciar, jogar pedras, etc. Ao se informar, lembre-se de que o jornalismo geralmente tem uma visão bruta, fria dos acontecimentos. Pense no leitor final como alguém especial que precisa de uma mensagem especial. Pode comentar as questões da ordem do dia, mas tenha uma visão diferenciada, a visão de Deus. Uma visão de amor, de carinho, de fé.

Tendo esta mensagem para divulgar, procure o canal correto para ela. Blog, rede social, mural da igreja, todos os meios tem uma linguagem correta e um público particular. Tenha sempre em mente que terá um investimento em tempo e muitas vezes em dinheiro para veicular a mensagem. Nunca desperdice os recursos que Deus lhe deu. Seja econômico, curto e incisivo em tudo.

Sempre deixe um meio para que as pessoas comentem e busque aconselhar esses comentários pela palavra de Deus, mesmo que seja contextualizada para aquelas que não tem familiaridade com ela. Como é isso? Use a sua opinião de forma que mais se assemelhe a palavra. Aplique o que você aprende incorporando ao seu pensamento e a sua vida.

Ore por aqueles que te criticam para que venham a conhecer o evangelho, e glorifique a Deus pelas pessoas que forem edificadas por sua mensagem. Não se esqueça de se agradecer aos que gastaram tempo, vista ou ouvido prestando atenção nela.

Se não tiver o resultado esperado , não desanime. Edificar as pessoas é um aprendizado e leva tempo. Quem sabe você recebe um “Curtir” do Senhor Jesus Cristo?

 

Como administro minha vida?

Não fomos jogados aqui na terra por um acaso. A vida de cada ser humano não se trata somente de uma procriação de um homem com uma mulher. Na verdade ela é a criação direta das mãos de Deus. O Criador nos deu o dom da vida.

Quando Deus colocou Adão no jardim do Éden, ele não lhe deu uma escritura lhe dando a posse do planeta. Mas fez do primeiro homem o administrador do jardim com um propósito definido: lavrar e cuidar. Vemos aqui o trabalhar de Deus para com homem através da MORDOMIA. O mordomo nada mais é do que aquele que administra os bens de outra pessoa.

Mordomia não é regalia de políticos como se vê no jornal. Biblicamente a palavra mordomia se trata de administrar tudo aquilo que Deus nos deu para a glória dEle. Deus espera de nós que administremos aquilo que Ele nos deu de graça. Ele tem todo o direito para isso porque somos dele por criação, por preservação (Ele preserva a nossa vida), e por redenção (Ele nos salva pela pessoa de Jesus Cristo quando o aceitamos pela fé).

O resumo da mordomia está na frase “Não sou meu”. A partir do momento que entregamos nossas vidas a Deus, não somos mais de nós mesmos. Daí passamos a administrar aquilo que é dele: a nossa vida.

Entendido esse princípio, passamos a estudar todas as facetas da nossa vida. Por exemplo, o corpo passa a ser para nós templo do Espírito Santo. Devemos cuidar dele, evitar os vícios, exercitá-lo, ter uma boa alimentação, etc. A nossa mente vai passar a ser trabalhada e desenvolvida, porque devemos servir a Deus com entendimento (refletindo, pensando antes de agir), e devemos batalhar contra os inimigos da mente (ociosidade, insinuações malignas, acomodação pela mídia, etc.). Vamos administrar também a nossa influència, levando o bom exemplo aos outros e somente permitindo que influências positivas venham a nos impulsionar.

Devemos lembrar também que devemos administrar o nosso espírito, crescendo na graça, orando, se alimentando da Palavra, buscando renovação constante e inspiração diária, além de orientação.

Quanto aos bens, vou investir no fortalecimento da minha vida espiritual, da minha família e da igreja na qual congrego, além de me empenhar pelo bem do meu próximo. O tempo também deve ser administrado, fazendo dele um inventário e vendo se gasto este tempo com inutilidades ou tenho um cronograma para servir aos propósitos da minha vida para a glória de Deus.

Tendo uma tarefa tão digna de despenseiros, mordomos de Deus, sejamos fieis ao nosso chamado, porque assim veremos a fidelidade de Deus cumprindo suas promessas em nossa vida!

 

 

Como ser um pastor?

Quer ser pastor? Como Paulo avisa, é uma grande obra! (1 Timóteo 3.1)

Saiba que o mercado hoje busca pastores para desempenhar uma miríade de tarefas empresariais, de liderança, disso, daquilo, daquilo outro. Mas o pastor deve ser chamado por Deus!!!! E para espanto de muitos o pastor já surge na pessoa que é chamada antes de ter o título.

Para a formação de um pastor existem certas habilidades que precisam ser desenvolvidas. Nelas o candidato é sujeito à vontade de Deus para ser usado pelo Santo Espirito. Trata-se de uma atividade eminentemente espiritual.

O pastor precisa saber visitar as pessoas. Grande parte de sua atividade girará em torno disso. Acompanhar as pessoas. Cuidar das ovelhas. Assistir o espírito das pessoas sem ser um entrão. Sendo prudente em todas as coisas, sendo pontual, asseado, discreto e evitando palestras solitárias com alguém do sexo oposto. Tal visita precisa estar centrada na Palavra de Deus visando a edificação, encorajamento ou até mesmo cura da pessoa visitada.

Uma atividade que dá fundamentação a todo o ministério de um pastor é sua hora silenciosa. Ele deve separar tempo para Deus, para orar e ler sua Palavra de forma pessoal. Não pode deixar que a correria roube o seu momento a sós com Deus. Deve estar sempre na tenda como Moisés (Êx 33.7-11; Mt 6.6). Assim ele cria disciplina e pode se aplicar ao jejum e a propósitos espirituais particulares que lhe darão autoridade no ministério.

Existe outra atividade importante para o pastor, mas sempre lembrando que isso não é tudo e é tão importante quanto as outras: a direção de um culto. É preciso tato, espiritualidade e sabedoria. Ele vai coordenar cooperando com Deus o culto divino, balanceando as orações com os testemunhos, o louvor com a Palavra e promovendo a comunhão entre os membros.

Ao ser consagrado, o pastor vai acompanhar várias etapas na vida do membro. Inicialmente vai apresentar as crianças no templo. Esta cerimônia visa firmar o compromisso dos pais em abençoar a criança e criá-la nos caminhos do Senhor. O batismo é algo que exige do ministro porque é fruto de amplo discipulado e vai coroar toda uma decisão por Cristo. Deve ser feito por imersão e conter toda uma profissão de fé do candidato. Ele deve dizer diante de toda a igreja que aceitou a Cristo como único e suficiente Salvador, e que se compromete para servi-lo por toda a sua vida.

A Ceia do Senhor é uma cerimônia especial, que precisa ser bem ministrada a fim de que todos saibam se podem participar ou não, e aqueles que participam devem ser encaminhados para um exame de consciência antes de participar dos elementos. Deve ser a Ceia bem festiva, contagiante. Deve levar à reconciliação com Deus e com os irmãos lembrando do sacrifício de Cristo.

O casamento é algo especial para o ministro. Deve somente ser realizado depois de amplo aconselhamento do casal. Não deve se prolongar muito. Precisa ser festivo, agradável, público, autêntico. Os noivos devem expressar seu amor um pelo outro e sua devoção a Deus. Todos os detalhes devem ser bem combinados porque a cerimônia deve ser do gosto da noiva, que é o centro das atenções. Deve ser espiritual e ter uma fluência e uma coerência, princípio, meio e fim. Deve-se conhecer a lei da terra porque existe a cerimônia religiosa com efeito civil, onde o ministro do evangelho torna-se autoridade delegada para declarar os noivos casados perante a lei. Tal cerimônia deve seguir uma série de exigências legais.

Existe também o culto de ação de graças e o culto fúnebre. Para o culto fúnebre é exigida toda a sensibilidade do pastor com a família enlutada e as pessoas presentes. Na verdade, é uma grande assistência às pessoas no momento da perda de um ente querido. A realidade espiritual se faz bem presente nessa cerimônia e com certeza palavras bem ditas ficam marcadas nas almas dos que o assistem.

Com a modernidade, várias atividades têm sido impingidas aos pastores. Convém, no entanto, ater-se a estas básicas. Se desempenha boa parte destas, pode saber que já é um pastor mesmo sem este título. Alguém o abençoou e o consagrou para desempenhar tais tarefas. Então siga alegre e faça a vontade de Deus, assim estará edificando muitas vidas.

 

Recordar é saber

A história revela quem somos. Se pensarmos um pouco, veremos que nossa vida é uma sucessão de fatos, nem sempre interrelacionados, às vezes incoerentes, mas sempre em busca de um sentido segundo a variável tempo. A alma reverente a Deus percebe que a ascensão e queda dos povos, a evolução da história humana denota a ação de algo mais, que o preserva e impede o caos: a Providência Divina. Mesmo buscando significado e percebendo que Deus é o Senhor da História, muitos cristãos não se vêem à vontade com esta matéria ou tópico. Seguem suas existências imaginando consequências ao acaso em suas vidas, sem saber que muitos de seus erros e acertos já foram realizados antes por alguém. Olham para a história da igreja como um baú de coisas velhas ou destinadas para o lixo.

A história da igreja é uma síntese. Mostra como o Espírito Santo tem atuado nos quase 20 séculos de sua história. É o cumprimento das palavras de Jesus que disse que as portas do inferno não prevalecerão sobre a sua igreja. (Mt 16.18) Ela também nos ajuda a compreender o presente, a origem de tantas denominações nesta igreja que surgiu única e indivisível. Por que a igreja é tão multiforme? Investigando a história poderemos distinguir algumas pistas.

Muitas vezes queremos recorrer a um guia para entender aquilo que é certo e aquilo que é errado, o sucesso e o fracasso na obra de Deus. A história da igreja é uma poderosa ferramenta à nossa disposição para nos mostrar aquilo que agradou a Deus através dos séculos e aquilo que dividiu e promoveu o mal dentro de seus limites. Além disso, é uma força motivadora porque nos mostra como os heróis da fé conquistaram almas para o reino de Deus, desafiaram os leões, a espada, as celas solitárias, os pelotões de fuzilamento com uma fé vibrante e a certeza da vida eterna. Sabemos assim que devemos perseverar, porque com certeza nosso Deus galardoa aqueles que o buscam (Rm 15.4; Hb 11.6).

A história nos orienta de forma prática. De forma alguma inventaremos a roda outra vez. Um novo convertido pode chegar a nós e nos dar a ideia de orar de madrugada. Pela história da igreja você poderá explicá-lo que isso já tem sido feito com resultados espetaculares. Pode estruturar a igreja com missões, escola dominical, evangelismo, formas de louvor que foram inventadas por pessoas há muito tempo pelo simples fato de conhecer bem a história de tais departamentos ou formas de atuação.

Vemos este estudo também como uma força libertadora, porque não ficamos restritos ao dia-a-dia, a nossa pequena denominação, aos feitos de nossa época, tendemos a ter uma visão mais aberta de nós mesmos, de nossos irmãos e da obra de Deus. Não ficamos presos a normas, regulamentos e regras temporais e regionais. Assim entendemos a igreja de uma forma bem mais ampla. Percebemos o que é costume e o que realmente é doutrina.

Uma divisão bem simples da história da igreja englobará os seguintes períodos:

a) a igreja apostólica: do dia de Pentecostes (cerca de 30 d.C) à morte de João (100 d.C.)

b) a igreja perseguida: da morte de João até quando Constantino assinou o Edito de Milão encerrando as perseguições (313)

c) a igreja imperial: do Edito de Milão até a queda de Roma para o dominio bárbaro no ano 476.

d) a igreja medieval: da queda de Roma até a queda de Constantinopla na mão dos turcos (1453).

e) a igreja reformada: da queda de Constantinopla até o final da Guerra dos Trinta Anos, uma guerra sangrenta que visava matar todos os protestantes, principalmente na Alemanha. (1648).

f) e a igreja moderna: de 1648 até o arrebatamento da igreja, que bem pode ser em 2010, quem sabe? Biblicamente sabemos que só Deus sabe quando a história da igreja vai terminar.

Amigo, sempre estude a história. Um bom auxílio para o início da história da igreja é o livro de Atos dos Apóstolos. Começando daí, investigue. Com certeza assim estará enriquecendo – e muito! – a sua vida espiritual.

 

O que é cura interior?

É um enriquecimento no discipulado para que as verdades da Palavra sejam vivenciadas no interior. Não é um tratamento espiritual nem mesmo psicológico. Trata feridas localizadas na intersecção entre alma e espírito. É um movimento de Deus, que age através de pessoas com a finalidade de tratar feridas localizadas na intersecção da alma e do espírito. (2 Co 7.1).

Como o ser humano é biológico, psicológico e espiritual, precisamos ver antes do tratamento se não há problemas espirituais ou de saúde. Só pode ser realizada em pessoas salvas.

A obra da cruz é perfeita e definitiva. Nela Jesus foi vencedor, derrotando a Satanás (1 Jo 3.8b; Cl 2.15).

            Precisamos então tomar posse da verdade de Deus no nosso consciente e inconsciente. Se nosso inconsciente ainda tem lembranças dolorosas de nossa vida, elas exercerão influência sobre nossa fé. A cada dia precisamos amadurecer no conhecimento e na revelação da pessoa de Jesus para  vencer o diabo.

             Logo, a cura interior é o processo de transformação do crente que o leva à separação do mundo e a tornar-se cada dia semelhante a Cristo. O problema do cristão não é o seu espírito, pois o seu espírito faz um com o Espírito do Senhor (1 Co 6.17). Ele está na alma.

         Paulo passou por esse tratamento. Durante anos foi tratado por Deus para realmente ser cheio do Espírito Santo. Entre a sua conversão e a sua viagem até Antioquia passaram-se cerca de 18 anos, 14 deles no deserto.

         Se personalidade é herança mais vivência, somos então um resultado de uma soma que sofreu influências negativas e que tem no resultado coisas negativas também. Somos o que somos por nossa reação ao que vivemos até aqui com os outros e com Deus.

         A cura interior não é uma experiência ou emoção forte de momento. É um tratamento que exige tempo. Deus cura o físico e liberta muitas vezes na hora, mas se ele fizesse isso com a alma perderíamos parte de nossa identidade. Isso mostra o grande amor e poder de Deus. Ele não nos criou como um robô. Um novo convertido pode receber muitos dons. Pode até ser cheio do Espírito Santo. Mas não podemos dizer que é maduro, pois o crescimento espiritual necessita de vivência.

         A cura da alma sem a ação do Espírito Santo não tem nenhum valor.

Precisamos levar em consideração a nossa dignidade essencial (a imagem de Deus) e o horror da nossa depravação (o pecado). As pessoas são semelhantes a Deus, mas algo aconteceu que distorceu terrivelmente essa semelhança: o pecado. A imagem de Deus não foi perdida, mas desfigurada.

A imagem de Deus significa:

  •   Anseios profundos: Somos seres pessoais que anseiam profundamente (Os 11.8; Sl 42.1; 63.1).
  •  Pensamento avaliador: Somos seres racionais, que pensam (Gn 6.5). Tanto Deus como o homem pensam. Eles chegam a conclusões que determinam suas intenções.
  •  Escolha ativa: Somos seres volitivos, que escolhem (Ef 1.9-11; Fp 2.12, 13).
  •  Experiência emocional: Somos seres emocionais, que sentem (Jo 11.33-36; Jo 2.14-17; Hb 13.21; Ne 1.4; Jó 30.27; 2 Co 4.8)

 São quatro capacidades: ansiar profundamente por algo pessoal, avaliar de forma racional o que está acontecendo, buscar intencionalmente uma direção escolhida e experimentar o mundo emocionalmente. Com uma diferença: Deus é um ser independente capaz de ansiar, pensar, escolher e sentir. O ser humano é um ser dependente com as mesmas capacidades.

A doença interior se configura quando você não consegue ter profundidade de relacionamentos na sua vida e encontra um vazio interior que dói constantemente e se reflete em várias áreas da vida. Ela se mostra também quando a pessoa não consegue avaliar racionalmente a realidade e o seu interior. Outro sintoma é quando não consegue desenvolver uma vontade saudável, encontra sempre a mercê de vontades alheias ou vícios que lhe impõem um modo de vida contrário. Outro sintoma nocivo é viver sempre utilizando máscaras para disfarçar o que sente, não vivendo uma autenticidade e uma verdadeira intensidade dos sentimentos. Configura-se aí a imagem de Deus deformada pelo pecado. É preciso deixar que o Espírito Santo de Deus sonde e que a Palavra de Deus encontre o fio da meada dentro de você para que se inicie o processo de cura.

O processo de cura se inicia quando você percebe que em Cristo você pode ter uma vida profunda e relacionamentos profundos, não importando como o outro vá reagir, porque o seu círculo pessoal está cheio. Na área racional, quando você consegue estabelecer uma relação de causa e efeito com as coisas sem tanta interferência das emoções, até mesmo no estudo da Palavra. É restabelecer o livre-arbitirio, porque não importando os fatores, estamos onde estamos porque escolhemos estar, e podemos a qualquer momento nos arrepender e voltarmo-nos para Deus restaurando nossas escolhas corretas. E também lembrarmos que não somos super-homens e que podemos chorar, podemos amar, podemos pedir ajuda, podemos sofrer, e este é o real sentido do versículo de que podemos todas as coisas em Cristo. (Fp 4.13). A pobreza não vai nos tirar o senso de valor, os revezes da vida não vão nos destruir, porque poderemos passar por qualquer situação curados por dentro.

Esta é só uma introdução. Vamos buscar uma comunidade onde a cura interior é valorizada, pregada e vivida. Vamos nos informar com princípios que nos levam a essa cura para que tenhamos uma vida feliz.

Israel, milagre de Deus

“Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisa semelhante? Pode, acaso, nascer uma terra num só dia? Ou nasce uma nação de uma só vez? Pois Sião, antes que lhe viessem as dores, deu à luz seus filhos”. (Isaías 66:8)

O relógio da profecia é o Oriente Médio. Lá ocorrem os principais conflitos e lá estão os sítios das principais religiões mundiais. Em meio a tantas dificuldades, podemos reconhecer o surgimento da nação moderna de Israel como um milagre de Deus. Uma confirmação clara da autenticidade das profecias bíblicas.

Primeiramente Israel é um milagre político. Uma nação dispersa pelos quatro cantos da Terra há praticamente dois mil anos volta a se reunir e recebe o mandato de uma entidade supranacional para retomar o seu destino. Constitui-se ali o que é de mais próximo da democracia no sudoeste asiático. Israel subsiste apesar de todas as nações árabes com exceção do Egito quererem destrui-lo. É um país que cresce com a imigração dos judeus de todo mundo. Tem também a fama de possuir a melhor defesa aérea do mundo. Tem vencido todas as suas guerras mesmo em desvantagem numérica e de armamentos, inclusive ampliando seus territórios.

É interessante observar os relatos milagrosos ocorridos nos campos de batalha durante as guerras de Israel. Mísseis que não explodem. Vidas poupadas sem explicação humana. Um rapaz na recente guerra contra o Líbano escapou de três mísseis em uma semana. Na guerra do Yom Kippur dois paraquedistas levaram cativos um veículo cheio de soldados egípcios que se disseram paralisados. Na Guerra do Golfo, Israel sabiamente evitou participar apesar de Saddam Hussein mandar inúmeros mísseis contra seu país. No primeiro dia da investida, 27 mísseis foram dirigidos contra Israel. Vinte e cinco deles foram derrubados pelos mísseis de defesa Patriot. Os israelenses passaram a rir dos misseis inadequados, até que um atingiu uma embarcação e matou vários americanos. Passaram então a perceber a intervenção divina.

O milagre econômico de Israel é inegável. Ben Gurion, o primeiro líder do novo Estado de Israel, era estudioso da Bíblia, e enviou engenheiros, horticulturistas e botânicos por toda a terra com a Bíblia de um lado e as pesquisas científicas de outro. O que testemunhamos foi o florescimento de áreas desérticas, fruto de muito trabalho, mas podemos destacar sobretudo a bênção de Deus. Organizações agrícolas importantes como o kibbutz e o moshav trouxeram a realidade esta grande colheita. Vemos uma economia vibrante, atuante na tecnologia e invenções marcantes como o telefone celular desenvolvido em Israel pela Motorola e o Messenger que foi inventado por quatro jovens israelenses. No campo médico eles criaram um método não radiativo de detectar o câncer de mama e uma nova prótese capaz de ajudar o coração a bombear sangue, sincronizada por meio de sensores. Destaca-se o fato de Israel ter a melhor qualidade de vida do sudoeste asiático e que o país é o segundo lugar em fundos de capital no mundo. Devemos também enfatizar que o turismo traz muitas divisas para o país.

A cultura é fervilhante! A educação possui um grande desafio, integrar os povos de diferentes culturas constantemente imigrando. Ela tem um setor importante de assistência aos superdotados e aos portadores de necessidades especiais. Vemos lá o maior percentual de diplomas universitários e de cientistas, a maior taxa de alfabetização e uma das maiores cargas horárias de instrução do sudoeste asiático. Existem uma infinidade de museus, teatros e universidades.

Jesus chamou Israel de figueira que mostra os sinais dos tempos. Quanto mais viçosos os frutos se tornam, já vemos que vai chegando o verão. Louvado seja o Deus de Israel, que tem velado pelo Seu povo e pela Sua igreja!

 

 

 

O que é evangelho?

Evangelho vem da palavra grega “euanguélion” que significa “boas novas”. A pior notícia da consciência humana é a certeza da morte. Porém Deus veio trazer uma notícia boa: que ele nos ama e não nos abandona nesta vida para que esperemos a morte. Para isso ele enviou a Jesus Cristo, que sofreu e morreu na cruz, para que nós tivéssemos a vida eterna. Para participar desta vida abundante, é só se arrepender do estilo de vida de pecado, confessar seus erros e pedir a Jesus que o perdoe e o limpe, compromissando-se a adotar um novo estilo de vida que reconheça a Jesus como único Senhor e Salvador, uma escolha pessoal e intransferível.

Longe de mim esgotar o assunto!  Quando adotamos este estilo de vida, passamos a falar sobre o que aconteceu na nossa vida, a nossa experiência do amor de Deus na pessoa de Cristo. Nesse falar precisamos ter tato. Precisamos fazer e dizer o que é certo de maneira que não ofenda as pessoas. Saber a hora certa de calar e a hora certa de falar. Quando respeitamos cada ser humano, podemos transmitir essa mensagem do amor de Deus de forma mais eficaz. Isto é mais fácil escrito do que praticado, mas se você sentir que precisa de tato, peça a Deus, que prontamente o ajudará (Tg 1.5)

Quando temos realmente uma experiência com Deus, devemos evitar o isolamento. Devemos falar a Deus a respeito dos homens e aos homens a respeito de Deus. Jacó esteve em contato com Deus antes de se encontrar com seu irmão Esaú e seu encontro com ele, apesar de todas as dificuldades de relacionamento que tinha com ele, foi um sucesso! (Gn 32) Ser acessíveis sempre desperta em nós habilidades no convívio. Sempre me lembro que cheguei a alegria em Cristo porque alguém em algum momento tomou a iniciativa de ter um contato comigo. E é assim que devo realmente fazer. Entrar em contato com as pessoas para lhes dar oportunidade de salvação.

Precisamos ao falar de nossa experiência com Cristo de habilidade para compreender as pessoas. Uma habilidade no uso da Palavra de Deus. Habilidade para convencer as pessoas que elas são pecadoras como nós, que precisam de Jesus como Salvador, que precisam se firmar na fé e estar orientados na vida cristã (1 Pe 3.15). Habilidade para levar as pessoas a se decidirem por Cristo. Só se pode ter essa habilidade por capacitação do Espírito Santo (1 Pe 4.11).

É preciso aproveitar as oportunidades de falar do amor de Deus. Isso não significa forçar as oportunidades, nem perder oportunidades. Se estivermos em constante comunhão com Cristo, vamos nos sentir comovidos a falar do Seu amor a qualquer hora que a oportunidade surgir.

Para proclamar o Evangelho, precisamos ter a convicção absoluta das verdades espirituais. Que verdades espirituais? Que o homem está perdido. Que Jesus morreu pelos perdidos. Que fora de Jesus não há salvação. Que em Jesus todos podem gozar salvação e vida eterna. Que para receber esta salvação é necessário crer em Jesus e aceitá-lo pela fé, etc.

É preciso também ter uma fé inabalável. Crer que para Deus tudo é possível. Precisa ter paciência com as pessoas, ter uma vida coerente com o que prega (muita simpatia e espiritualidade). Ter uma vida intelectual em desenvolvimento e importante. É preciso ler a Palavra, conhecer os homens e suas desculpas, as seitas e religiões mais comuns e estar a par dos acontecimentos atuais. Tudo isso para que tenha a resposta certa no momento certo.

Orar com fervor é importante no evangelho! Meditar sempre na sua vocação, tendo desejo de ver almas salvas, literalmente amar as pessoas! Ter essa vontade de conquistar as pessoas para Cristo em todos os meios possíveis e através de todos os meios de comunicação! Tudo isso por amor daquele que fez tão bem por você.

Entre os evangélicos é comum se dizer que não seguimos a uma religião. A religião restringe. É porque queremos dizer que temos um relacionamento com Cristo, e esse relacionamento nos leva a amar as pessoas. Isto é contagiante e impactante! É maravilhoso ver pessoas sendo transformadas à imagem de Cristo, sendo curadas das mais diversas enfermidades, etc. Mas para isso é preciso adotar o evangelho como estilo de vida. Está pronto para isso?

Você também pode pregar!

 Todo aquele que é salvo em  Cristo Jesus pode pregar o evangelho. Não é necessário ter carteirinha de pregador e, parafraseando aquela música gospel, “você não precisa ser reconhecido por ninguém”. Na próxima vez que receber a oportunidade para pregar não se recuse. Veja o que você pode fazer. Lembre-se também que a inibição é normal, mas se você observar alguns passos da maneira correta, a pregação ocorrerá sem maiores problemas.

Orar é o primeiro passo. Orar para que Deus mostre o texto e a maneira que ele quer que o exponha. Orar para que este texto seja bem exposto. Orar para que o impacto desejado ocorra na vida dos que ouvem. Orar para que você vença a batalha espiritual e entregue o que Deus te mandar.

Segue-se a escolha do texto. A criatividade não tem leis. A inspiração do texto vem no dia-a-dia, no momento da oração, enquanto ouve outras pregações. Sempre há o momento da “ideia iluminada”. O maior interessado na propagação é o próprio Deus, então aguarde na escolha um texto que lhe dê paz e certeza no coração que é a mensagem de Deus.

Tendo o texto, é necessário uma  pesquisa aprofundada. Leia o texto. Repita o texto. Esquadrinhe o texto. Almoce o texto. Jante o texto. Durma sonhando com o texto. Medite sobre o texto. Pesquise o texto, considerando o contexto para não usá-lo como pretexto. Nesse processo surge a ideia do tema.

Depois da pesquisa, imaginemos a aplicação. Para quem ou para que este texto serve. Como pode ser obedecido ou apropriado pelos ouvintes? Quem são os ouvintes? Como este texto é relevante para eles? Que mandamento está no texto? Lembre-se de que a pregação deve trazer uma condição mental e emocional que incentive uma ação. É muito mais simples aplicar o texto na nossa própria vida antes de pregar, porque seremos um exemplo vivo, que fala muito mais alto.

A mensagem agora vai pedir uma estrutura. Primeiro pense em tópicos. Três tópicos é um número ideal, mas se o texto pedir, vá até cinco. Se passar disso vai se estender demais. Menos tópicos vão embolar a estrutura demais. Com os tópicos formados pense num título. O título deve ser atraente para o público almejado, deve ser adequado ao texto e à ênfase no texto recebida em oração. Nem sempre, aliás, quase nunca ele revela o clímax da mensagem. Digamos que ele desperta o interesse das pessoas. Com o título escolhido, prepare uma introdução, enumere os tópicos, elabore uma recapitulação e pense em perguntas ou frases de conclusão que serão usadas como apelo (se o Senhor te impulsionar para um, logicamente pedindo permissão para o dirigente do culto) ou encerramento. As perguntas e frases de conclusão devem ser consequência logica do título e dos tópicos, fazendo da pregação um todo harmonioso.

Tendo a estrutura, dê o enchimento. O enchimento são justificativas dos tópicos e ilustrações. Tudo pode ser mencionado (notícias, testemunhos, acontecimentos, citações, etc.) desde que tenha coerência e bom gosto. O enchimento sempre deve apoiar o texto. Evite ilustrações da vida pessoal. Vai dar impressão que você está se engrandecendo. Engrandeça a Palavra e Deus vai te honrar.

Pronto, você já tem o sermão. Pode até tê-lo escrito para referência em caso de emergência, mas deve memorizá-lo ao máximo, interiorizá-lo, até ensaiá-lo diante de alguém, se possível.

Chegou o grande dia e a grande hora? Então entregue o que Deus te mandou sem inibição. Não use o mesmo tom de voz. Gesticule. Evite cacoetes. Articule bem as palavras e fale o português simples e certo. Expresse emoções. Cuidado para não se perder. Na entrega do sermão coloque-se à disposição, talvez Deus queira adicionar ou subtrair alguma coisa, ou o tempo não é suficiente para seguir todo o roteiro. Nesta hora é preciso prudência e entregar o que é prioritário. Confie que Deus é o seu maior aliado na comunicação da mensagem. 

Que bom que você pode pregar e ser instrumento de Deus! Agora você poderá avaliar a pregação, se tudo foi bem comunicado, se houve o impacto desejado por Deus. Algo importante é se, na entrega do sermão, o foco foi para você ou para a Palavra. Se as pessoas lembram mais de você do que de Deus, algo está errado. Veja se as pessoas chegaram a conclusão do que você expôs. Com tudo isso feito, dê glória ao Senhor e agradeça pelo privilégio de ser um santo expositor de sua palavra!

Espero tê-lo ajudado  nessa tarefa. Mande-me seus testemunhos de vitória. Coloco meu e-mail à disposição para dúvidas e testemunhos de vitória na pregação. Um abraço de Jesus na sua vida!

Faça um download da Bíblia já!

Chegou a alternativa que você esperava! Você pode baixar do céu os princípios eternos no conforto do seu lar, onde quer que esteja. Siga devidamente as instruções e você poderá ter acesso a esse conteúdo exclusivo da Palavra divina.

Como não se trata de máquinas, mas de um relacionamento, o primeiro requisito ao examinar a Bíblia é que você tenha um espírito respeitoso. Este conteúdo não tem a inspiração de meros homens mortais, mas sim homens santos de Deus escreveram inspirados pelo Espírito Santo (2 Pe 1.21), por isso da mesma forma que devemos reverenciar ao Senhor, devemos igualmente acolher com respeito a inerrante Palavra de Deus.

Também precisamos ter um espírito dócil, tratável. Na verdade não seremos nós ao ler a Bíblia, é a Bíblia que vai nos ler segundo o caráter de Deus. Ela é uma verdadeira tomografia do espírito humano. Recebido o diagnóstico devemos ser humildes o suficiente para obedecer o que nela está escrito e deixar tudo aquilo que a contraria. Precisamos também reconhecer que, quando não entendemos um texto, a limitação está em nós e não em Deus. (2 Co 4.3).

Algo que realmente dá acesso ao conteúdo VIP, reservado a poucos, é o amor profundo pela verdade. Quem buscará com atenção aquilo que não aprecia ou estima? (2 Pe 2.1,2). Note bem o preparo do versículo um. Esvaziar-se de todo peso morto e desejar ao máximo estar cheio da verdade de Deus.

Preciso alertar que, apesar do acesso ser universal ele não é instantâneo. Precisamos de paciência para compreender o que Deus quer nos dizer. Quando Jesus nos falou em examinar as Escrituras, usou uma palavra que equivale ao mineiro que cava e revolve a terra buscando com diligência  o metal precioso, ocupado em uma obra que requer paciência. (At 17.11; Sl 119.103, 129, 162, 127).

Por último, tenha a prudência de começar o estudo pelas passagens mais fáceis para depois interpretar as mais difíceis. O NT é mais simples que o AT, e os evangelhos mais simples do que as cartas apostólicas. Dentre os evangelhos, os três primeiros são mais simples que o quarto. Comece então por Mateus, Marcos e Lucas. Depois leia Atos que é mais fácil de entender do que João, cujo conteúdo é mais profundo. Nunca faça como os imprudentes que deixam um livro de lado por ser incompreensível, mas estude a partir das passagens simples para as mais difíceis. Os discípulos pediam explicação a Jesus (Mc 4.34; Lc 24.45). Nisso entra a oração e a súplica. Toda vez que for ler a Palavra, peça a Deus que explique a sua palavra a você. (Tg 1.5; Sl 119.18, 26, 34, 37, 99).

Dou-lhe os parabéns pelo seu download. Obrigado por sair da preferência da maioria pela banda larga e andar pelo caminho estreito. Este acesso ao conteúdo exclusivo é necessário porque disso depende a sua alma. Existem também inúmeros provedores alternativos de conteúdo querendo iludir a sua mente com heresias. Este conhecimento profundo também vai evitar que você passe por situações embaraçosas simplesmente por desconhecer a carta de amor do nosso Pai. Fora que as circunstâncias pelas quais a Bíblia foi escrita exigem que ela seja estudada atenta e profundamente.

Quando temos dificuldade de entender a Bíblia temos que usar o seu dicionário, que é a natureza. Ela traz lições profundas para o observador atento. Enfim, conhecendo a mensagem de Deus que é endereçada a nós, conhecemos muito mais a grandeza dAquele que é bendito eternamente e que te ama muito! Por isso lhe confiou essa tarefa, ler, estudar, percorrer, meditar, amar a Sua Palavra!

Um abraço de Jesus na sua vida!

 

Conheça o nome do Senhor (YHWH ou Jeová?)

Elohim, o Deus Criador, não permanece alheio a suas criaturas. Observando Deus a necessidade entre os homens, desceu para ajudá-los e salvá-los; ao assumir essa relação Ele revela-se a si mesmo com o nome que acabou sendo convencionado como Jeová. Esta pronúncia é uma convenção, porque o nome original do Senhor é um vocábulo de quatro consoantes cujas vogais se perderam e é impronunciável. Tais vogais eram somente pronunciadas pelo sumo sacerdote no dia do Perdão, e, depois da destruição do Templo no ano 70 d.C., não foi mais pronunciado. Por isso todo judeu que lê este nome na Torá, diz Adonai, e no dia-a-dia simplesmente diz Hashem (ou “O Nome”). Alguns religiosos na Idade Média decidiram que se utilizassem para o tetragrama sagrado as duas primeiras vogais de ElOhim e a primeira de Adonai. (E-O-A). Por isso que encontramos o nome convencionado Jeová em nossas Bíblias.

Isto mostra que o nome do Senhor não é meramente para ser falado. É para ser entendido. O Deus da aliança. O nome JEOVÁ tem sua origem no verbo SER e inclui os três tempos desse verbo – passado, presente e futuro. O nome, portanto, significa: Ele que era, que é e que há de ser; em outras palavras, o Eterno. Visto que Jeová é o ser que se revela a si mesmo ao homem, o nome significa: Eu me manifestei, me manifesto e ainda me manifestarei. Havá (hwh), de onde vem YHWH,  tem como sentido principal o verbo ser, mas também significa revelar-se, indicando uma revelação de Si mesmo crescente e contínua. Combinando os significados de hwh Havá, podemos afirmar que  YHWH significa “O auto-existente que se revela.”  O nome é,  por si só,  um avanço sobre o nome “Deus” (El,  Elah,  Elohim),  que sugere alguns atributos da sua divindade,  como força, etc.,  em vez da essência do seu ser.

A aparição deste nome a partir deste momento indica uma relação da divindade em seu caráter YHWH, com o homem, e toda a Escritura destaca isto.

YHWH é o nome redentor da divindade.  Quando o pecado entrou e a redenção se tornou necessária,  foi  YHWH Elohim que procurou os pecadores (Gn 3:9-13) e lhes deu túnicas de peles (Gn 3:21) tipo lindo da justiça do Senhor Deus providenciada através de sacrifício (Rm 3:21,22). A primeira revelação distinta de si mesmo pelo nome YHWH foi com relação à redenção de seu povo do Egito. Como redentor, coloca-se a atenção nos atributos de YHWH que a salvação do homem exercita, os quais são:

 

      (a) Sua Santidade Lv 11:44,45 19:1,2 20:26 Hc 1:12,13

      (b) Seu ódio e julgamento do pecado Dt 32:35-42 Gn 6:5-7 Sl 11:4-6 66:18 Êx 34:6,7

      (c) Seu amor e redenção dos pecadores, sempre de forma justa. Gn 3:21 8:20,21 Êx 12:12,13 Lv 16:2,3 Is 53:5,6,10

          A salvação de YHWH sem sacrifício não existe na Bíblia.

 

O que Deus opera a favor de seu povo acha expressão nos seus nomes, e ao experimentar o povo a sua graça, desse povo então pode dizer-se: “conhecem o seu nome”. A relação entre Jeová e Israel resume-se nos nomes encontrados nos concertos entre Jeová e seu povo. Aos que jazem em leitos de doença manifesta-se-lhes como JEOVÁ-RAFA, “o Senhor que cura” (Êx 15.26). Os oprimidos pelo inimigo invocam a JEOVÁ-NISSI, “o Senhor nossa bandeira” (Êx 17.8-15). Os carregados de cuidados aprendem que ele é JEOVÁ-SHALOM, “o Senhor nossa paz” (Jz 6.24). Os peregrinos na terra sentem a necessidade de JEOVÁ-RA’AH, “o Senhor meu pastor” (Sl 23.1). Aqueles que se sentem sob condenação e necessitados da justificação, esperançosamente invocam a JEOVÁ-TSIDKÊNU, “o Senhor nossa justiça” (Jr 23.6). Aqueles que se sentem desamparados aprendem que ele é JEOVÁ-JIRÉ, “o Senhor que provê” (Gn 22.14). E quando o reino de Deus se houver concretizado na terra, será ele conhecido como JEOVÁ-SHAMMÁ, “o Senhor está ali” (Ez 48.35).