Como administro minha vida?

Não fomos jogados aqui na terra por um acaso. A vida de cada ser humano não se trata somente de uma procriação de um homem com uma mulher. Na verdade ela é a criação direta das mãos de Deus. O Criador nos deu o dom da vida.

Quando Deus colocou Adão no jardim do Éden, ele não lhe deu uma escritura lhe dando a posse do planeta. Mas fez do primeiro homem o administrador do jardim com um propósito definido: lavrar e cuidar. Vemos aqui o trabalhar de Deus para com homem através da MORDOMIA. O mordomo nada mais é do que aquele que administra os bens de outra pessoa.

Mordomia não é regalia de políticos como se vê no jornal. Biblicamente a palavra mordomia se trata de administrar tudo aquilo que Deus nos deu para a glória dEle. Deus espera de nós que administremos aquilo que Ele nos deu de graça. Ele tem todo o direito para isso porque somos dele por criação, por preservação (Ele preserva a nossa vida), e por redenção (Ele nos salva pela pessoa de Jesus Cristo quando o aceitamos pela fé).

O resumo da mordomia está na frase “Não sou meu”. A partir do momento que entregamos nossas vidas a Deus, não somos mais de nós mesmos. Daí passamos a administrar aquilo que é dele: a nossa vida.

Entendido esse princípio, passamos a estudar todas as facetas da nossa vida. Por exemplo, o corpo passa a ser para nós templo do Espírito Santo. Devemos cuidar dele, evitar os vícios, exercitá-lo, ter uma boa alimentação, etc. A nossa mente vai passar a ser trabalhada e desenvolvida, porque devemos servir a Deus com entendimento (refletindo, pensando antes de agir), e devemos batalhar contra os inimigos da mente (ociosidade, insinuações malignas, acomodação pela mídia, etc.). Vamos administrar também a nossa influència, levando o bom exemplo aos outros e somente permitindo que influências positivas venham a nos impulsionar.

Devemos lembrar também que devemos administrar o nosso espírito, crescendo na graça, orando, se alimentando da Palavra, buscando renovação constante e inspiração diária, além de orientação.

Quanto aos bens, vou investir no fortalecimento da minha vida espiritual, da minha família e da igreja na qual congrego, além de me empenhar pelo bem do meu próximo. O tempo também deve ser administrado, fazendo dele um inventário e vendo se gasto este tempo com inutilidades ou tenho um cronograma para servir aos propósitos da minha vida para a glória de Deus.

Tendo uma tarefa tão digna de despenseiros, mordomos de Deus, sejamos fieis ao nosso chamado, porque assim veremos a fidelidade de Deus cumprindo suas promessas em nossa vida!

 

 

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